Relatos sobre SeteAlém, o destino paralelo mais misterioso da atualidade

SeteAlém supostamente seria um universo paralelo ou uma outra realidade, na qual, supostamente todos nós poderíamos chegar.

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Em 2004, Luciano Milici criou um grupo de discussão no Orkut chamado “Setealém”. A ideia dele era compartilhar uma experiência sobrenatural ocorrida dez anos atrás, em meados de 1994, enquanto fazia uma viagem simples de ônibus.

Milici conta que pegou um ônibus em uma movimentada avenida de São Paulo. Aliás, foi sem nem olhar o destino, pois os itinerários de todos os ônibus faziam a rota que ele precisava. E seguiu ouvindo Nação Zumbi no diskman distraidamente.

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Ao entrar no ônibus, uma passageira, percebendo que ele era um estranho, questionou se o seu destino seria “Setealém”. Ele ficou confuso e os demais passageiros também pareciam incomodados com sua presença. Encaravam-no de modo fixo para que ele saísse e logo avisaram o motorista abrir a porta para ele descer. Desceu.

O ônibus fechou a porta, retomou o caminho até fazer uma curva em uma rua estreita. Tudo pareceu muito estranho, pois não havia ônibus naquela rota. Luciano ficou confuso, achando que fosse um ônibus particular, mas lembrou-se que havia cobrador.

Quando fez o grupo de discussão dez anos depois, ele foi bombardeado de histórias semelhantes. Além de outras muito sinistras, envolvendo experiências em que pessoas de forma distraída, em rotas familiares, acabavam chegando em Setealém.

A menina que passou 7 dias em SeteAlém

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Um dos relatos que chamaram bastante atenção, foi o de uma mulher chamada Antônia, que supostamente teria perdido a sua filha em SeteAlém.

Aparentemente estava tudo normal, Antônia estava em sua casa, quando seu telefone começou a tocar. Ao atender a ligação ela ouviu uma homem dizendo que ela precisava buscar a sua filha em uma escadaria em um certo condomínio, ela estranhou a ligação e questionou o homem: “Escadaria?” Condomínio, que condomínio? Minha filha está aqui em casa, como assim?! E o homem respondeu: “Eu não sei senhora, ela não estava vestida com uma camiseta verde quando desapareceu? Se a senhora quiser reencontrá-la e só a senhora ir até a escadaria do condomínio…”

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A mulher então começou a gritar com o rapaz ao telefone, dizendo que aquilo era um trote, pois sua filha estava lá com ela e até então não tinha acontecido nada demais. Antônia ameaçou ligar para a polícia e nesse momento a ligação caiu.

No dia seguinte a filha de Antônia foi passear com o seu pai e quando voltou estava muito assustada e vestia uma camiseta verde. A menina contou para mãe que teria se perdido em um prédio enquanto estava passeava com o pai e como ela não sabia onde estava começou a chorar e a gritar, até que um homem de olhos amarelos apareceu para ajudá-la.

O homem disse para a garotinha que eles estavam em SeteAlém.

Antônia então começou a achar que sua filha estava maluca contando toda aquela história, mas a menina jurou “de pé junto” que tudo era verdade, inclusive falou que aquele homem de olhos amarelos teria ligado para a mãe dela, avisando de que ela estaria lá perdida naquele lugar.

Tudo isso teria durado algumas horas, no nosso espaço de tempo, mas segundo a menina ela teria ficado perdida em SeteAlém por aproximadamente 7 dias.

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No último dia o homem a teria levado até uma escadaria, a qual ela teria descido e encontrado seu pai novamente.

A filha de Antônia teria ficado em SeteAlém por 7 dias e escapado com a ajuda de um homem com olhos amarelos.

Banheiro de Shopping, portal para SeteAlém

Outro relato bastante conhecido sobre SeteAlém é do gaúcho Júlio, meu conterrâneo.

Ele conta que passeava em um dos shoppings da nossa capital, e em determinado momento decide ir ao banheiro. Na saída, ao chegar novamente no corredor, as pessoas pareciam todas iguais e o shopping era completamente diferente de antes.

As lojas tinham vitrines anunciando produtos extremamente inusitados, como ganchos, ferraduras e animais mortos. Júlio conta que avistou uma menina que chamou sua atenção por ter olhos grandes e completamente pretos, lhe causando medo.

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Nesse momento ficou desesperado, retornou ao banheiro e seu celular estava sem sinal. Ele decidiu sair e buscar ajuda, o que não foi necessário, pois tudo havia voltado ao normal misteriosamente.

Tambor para as crianças, outra forma de encontrar SeteAlém

Este relato foi retirado na íntegra do próprio site de Luciano Milici.

“Meu nome é Marcos B., sou morador do bairro da Saúde, em São Paulo. Quando me mudei para essa casa, encontrei um tambor grande dentro de um closet. Era um instrumento de um metro e meio de altura, com um raio grande.

Nunca consegui identificar se era indígena ou africano. Na verdade, não parecia de lugar nenhum. A madeira era escura, dura, mas estranhamente leve e o couro…em nome de Deus…o couro parecia pele de gente…meu Jesus!

​Bom, nunca mexi naquilo, mas também nunca joguei fora. O fato é que na primeira festa que dei aqui, um casal de vizinhos mais velhos aqui do bairro perguntou sobre o tambor. Chegaram a oferecer muito dinheiro por ele e eu concordei em vender, mas a transação em si ficou para outro dia.

​Naquela mesma noite, após a festa, um homem tocou a campainha de casa. Ele se apresentou como filho do casal e pediu que eu jamais vendesse o tambor aos idosos. Ele me contou que o tambor era um instrumento ritualístico usado por uma seita antiga da São Paulo recém-inaugurada.

Essa seita usava o tambor para punir ou premiar crianças.

Funcionava assim: as crianças boazinhas eram colocadas individualmente debaixo do tambor. Então, o sacerdote batia duas vezes no tambor e, segundo as lendas, a criança sumia por uma hora e depois retornava pelo mato.

Essa criança, felizarda, dizia ter ido para um local feliz, com crianças belas, brinquedos, ‘estranhas máquinas flutuantes’, guloseimas e ‘animais bizarros nunca vistos’. Diziam brincar nesse ‘jardim azulado’, até que uma ‘moça boazinha’ vinha para levá-la de volta por um caminho da floresta. A criança, geralmente, afirmava ter passado um dia inteiro nesse local maravilhoso chamado SeteAlém. Não importava a hora, as crianças diziam ter passado ‘um incrível fim de tarde’.

O homem contou que essa seita punia crianças travessas com o mesmo processo, porém, o sacerdote batia quatro vezes no tambor, assim que a criança era colocada embaixo do instrumento.

​De acordo com as lendas, essa criança sumia por cerca de cinco horas e voltava por um caminho no mato completamente assustada. Apresentava, geralmente, arranhões, falta de cabelo, sangramento no nariz e permanecia traumatizada por muito tempo.

Quando conseguiam narrar sem chorar, diziam ter ido a uma caverna ou a um pântano cheio de pessoas histéricas. Algumas dessas pessoas estavam em profundo sofrimento, outras se divertiam. A criança era açoitada com varinhas finas, em seguida era arrastada por uma carvoaria onde pessoas deformadas ‘saíam das paredes e do chão’ e a arranhavam.

Obrigavam-na a comer algumas ‘baratas vermelhas e amarelas com centenas de pernas que se mexiam mesmo quando você as engolia’. Zombavam da criança, assustavam-na até que, num momento, um homem sujo, com longa barba e unhas apodrecidas, empurrava a criança para fora por um caminho da floresta.

A criança dizia que havia passado de três a quatro dias no local e que era sempre noite. O local se chamava SeteAlém e havia outras crianças lá que pareciam ser ‘de tempo diferente’.

​Após o homem me contar a história, ele implorou que eu destruísse o tambor e não vendesse aos pais dele. Segundo o homem, os pais dele e o antigo morador da minha casa haviam tentado ‘reviver a seita’ há alguns anos e que, quando ele era criança, testaram o tambor com o irmão dele. O homem afirmou:

​- Meus pais colocaram meu irmão dentro do tambor. Só que eu, sem acreditar na história e com a intenção de zombar das crenças deles, bati no tambor não duas e nem quatro, mas sete vezes. As luzes piscaram e ouvimos meu irmão gemer.

​O resultado daquilo foi que o irmão dele desapareceu para sempre. Saiu na imprensa da época e qualquer um pode pesquisar sobre isso. A família foi acusada de sumir com o irmão dele, mas não deu em nada.

​Bom, o fato é que não acreditei no homem, mas concordei com ele. Juntos, destruímos o tambor e, no dia seguinte, falei para o casal que havia deixado cair e quebrado.

​Nunca esqueci a história do homem e nem o nome do local sinistro. Sempre contei essa história para meus filhos e quando eles viram essas matérias sobre SeteAlém vieram me mostrar e, por isso é que aceitei contar essa história para você, Luciano.”

Fonte: Site de Luciano Milici.

E você, acredita que SeteAlém fica em algum lugar por aí?

Na internet existem diversas teorias sobre onde seriam os portais pra esse universo paralelo e até mesmo onde você conseguiria um convite para essa viagem. Deixo aqui embaixo um vídeo super completo pra vocês, inclusive com a participação do próprio Luciano, assistam!

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Juliane Cunha

27 anos, trabalho na área da saúde. Adoro escrever e também adoro casos criminais, nada melhor que unir o útil ao agradável. Me segue no Instagram @julianesantt | @casocriminal_